Como curtir ao máximo o Victoria Harbour e o Centro Financeiro de Hong Kong


Depois de ficar por dentro de tudo o que você deveria saber para planejear sua viagem para Hong Kong, chega a hora mais importante: O que fazer na ilha mais simpática da Ásia?

Hong kong tem uma grande diversidade de programas. Você pode ir à praia (dependendo da época do ano, é claro), pode visitar templos antigos, conferir uma vista imperdível da cidade, fazer um passeio de barco por uma das baías mais famosas do mundo, ver um show de luzes com os arranha-céus, além de curtir parques temáticos. Tá curioso? Vem comigo que eu te dou todas as dicas para não perder nada.

Victoria Harbour

O Victoria Harbour tem até uma roda-gigante para os turistas (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)
Como chegar: Estação East Tsim Sha Tsui do Metrô ou Star Ferry


Quanto Custa: HK$ 0 (Que blza)


Melhor Dia: Todos


Melhor Horário: 16h 

O Victória Harbour é o porto turístico de Hong Kong. A área, que fica na margem continental da cidade, é o ponto de partida dos barcos que passam pela Baía de Hong Kong e também abriga museus, um shopping gigante (que tem o seu próprio porto) e até uma calçada da fama asiática.

Além de tudo isso, o porto ainda é o melhor lugar para ter aquela vista clássica de Hong Kong, com os arranha-céus ao fundo.

O começo da noite em Hong Kong visto do Victoria Harbour (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Como Chegar

Você pode ir para lá qualquer hora do dia ou noite, mas vou te dar um roteiro bem legal. Vá primeiro por volta de 16h até a estação Central do Metrô. Lá, procure as placas ou pergunte para alguém onde fica o Star Ferry Pier.

O Star Ferry é um barco que há mais de 100 anos faz o trajeto entre a ilha principal e a parte continental de Hong Kong. A passagem custa absurdos HK$ 2,50 durante a semana e HK$ 3,40 aos fins de semana e pode ser paga com o Octoplus. Lembre-se de comprar a passagem “Upper Deck“, que te dá direito a ficar na parte de cima do barco, curtindo a paisagem.

Os barcos saem em uma média de 12 a 12 minutos e o trajeto até Victoria Harbour dura 10 minutos. Tempo suficiente para curtir uma bela vista da baía de Hong Kong e tirar fotos para todas as redes sociais: Face, Instagram e etc. Dá até pra atualizar aquela sua foto de perfil photosopada do Tinder. Até porque uma foto na Ásia vai ter dar aquele ar excêntrico (se você é comprometido, foi mal aê).

Turistas embarcam para um passeio pela baía de Hong Kong (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Além do Star Ferry, que é um meio de transporte público e rápido, você pode também escolher um passeio de barco mais exclusivo.

Existem vários do tipo em Victoria Harbour, desde os clássicos Ferry Boats, até aqueles barcos com estilo antigo chinês, como esse aí de cima. Os passeios variam de preço e duração e são uma ótima dica para você que está passeando com a patroa e quer fazer aquela moral depois dela descobrir que você tem um Tinder. Alguns têm até vinhos e champanhes a bordo e podem ser feitos durante o dia ou à noite. Se te interessou, uma dica é usar o Klook, aplicativo que eu te indiquei nesse post.

O Que Fazer

A Clock Tower é um dos cartões postais do Victoria Harbour (Foto Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Chegando ao Victoria Harbour, é hora de andar. O local tem várias atrações, como o Hong Kong Museum of Art e o Space Museum, além de vistas fantásticas e o principal, uma calçada da fama chinesa. Sim amigo, Hong Kong não é só a Nova York do Oriente, mas também a Los Angeles Oriental.

Aqui está a Avenue of Stars, uma calçada com estrelas dos principais artistas de cinema asiáticos. Legal, né? Não? Já sei o que você está pensando. Não conheço nenhum artista de cinema asiático e nunca vi um filme chinês e blá blá blá. Como sou legal, vou refrescar sua memória. Você tem certeza que não conhece o rapaz abaixo?

Estátua do Bruce Lee no Museu de Cera (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Bom, se você não conhece o Bruce Lee (vamos ler um pouco mais), tem também outro ator bem famoso por lá. Hong Kong é a cidade natal do nosso amigo querido Jackie Chan. Na Avenue of Stars tem uma estrela dele e uma estátua do Bruce para você tirar uma fotinha fingindo que entende alguma coisa de artes marciais.

Os arranha-céus são vistos por toda a ilha (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Depois de andar bastante, é hora de comer alguma coisa nos vários restaurantes que existem pelo porto, mas cuidado para não perder a hora. Lá pelas 19h30, procure um lugar legal com vista para os arranha-céus porque agora vem o mais legal. Todos os dias, às 20h, acontece a Symphony of Lights, um show que tem como artistas principais os prédios de Hong Kong.

O show mistura sons, fogos de artifício e as luzes dos prédios, que acendem e apagam em sincronia, para fazer um espetáculo bem legal e que nunca vi em outro lugar. O show está no Livro dos Recordes como o maior show permanente de luzes e sons do mundo. É imperdível. Pode anotar no caderninho.

Turistas assistem ao Symphony of Lights no Victoria Harbour (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Depois de curtir a Symphoney no meio da galera, é hora de voltar para o hotel e descansar para o outro dia. Ah, apesar de você achar que eu esqueci, não falei mais detalhadamente do Harbour City, o shopping que eu citei no começo do post, de propósito. Nesse tópico de compras em Hong Kong, te digo tudo o que você precisa saber sobre ele.

Centro Financeiro

Prédios altos e modernos estão por todos os lados no Centro Financeiro (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)
Como chegar: Estação Admiralty do Metrô 


Quanto Custa: HK$ 0 (Que blza - Parte 2)


Melhor Dia: Todos


Melhor Horário: Todas

Dia amanhecendo, é hora de dar um rolê pela parte de Hong Kong que deu a ilha o apelido de Nova York Oriental: o Centro Financeiro. Como Hong Kong não tem impostos, a ilha se tornou atrativa para escritórios de empresas de comércio exterior do mundo todo.

Essa área abriga as sedes de muitas multinacionais. Só de caminhar por aqui dá pra imaginar o dinheiro que rola nesses escritórios.

Multinacionais do mundo todo têm escritórios no Centro Financeiro (Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Aqui você vai encontrar alguns dos prédios mais modernos do mundo, então o passeio pela região é para olhar. O legal é andar pelos quarteirões, observar a rotina corrida dos executivos asiáticos e, claro, tirar fotos dos arranha-céus.

A cidade tem mais de mil deles, então você vai ter foto de prédio bonito para mostrar pro seu avô durante umas quatro horas quando voltar para o Brasil. Uma dica é usar os bondinhos, que passam por toda a extensão dessa área. Lembrando que ensinei nesse tópico como usá-los.

Um dos prédios mais legais é o Lippo Centre, dois edifícios com uma arquitetura bem diferente (Foto: Saulo Degrande/Andando Pelo Mundo)

Gostou dos prédios e ficou com vontade de subir e curtir a vista?  Vem comigo que no próximo post eu ensino a achar uma vista mais legal ainda dos poderosos arranha-céus de Hong Kong.


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